
(pictograma encontrado na tumba de Ankmahor, médico egípcio em Saqqara)
REFLEXOLOGIA – UMA PRÁTICA MUITO ANTIGA
A primeira evidência encontrada sobre o estudo da Reflexologia foi no Egito na tumba de Ankmahor em Sakkar, onde uma pintura antiga que data 2.330 a.C retrata a prática da reflexologia nas mãos e nos pés.
É um tratamento muito antigo que ativa o poder de cura inato do organismo através de pressão em pontos específicos localizados na planta dos pés e nas mãos. Os pés são um espelho preciso do corpo. O pé direito corresponde ao lado direito do corpo enquanto que o lado esquerdo reflete o lado esquerdo. Os órgão emparelhados como pulmões, rins, etc. são encontrados nos dois pés. Da mesma forma as mãos também são reflexos precisos do organismo.
BENEFÍCIOS DA REFLEXOLOGIA
REAÇÕES POSSÍVEIS
DURANTE A SESSÃO
ENTRE AS SESSÕES
CONTRA INDICAÇÃO À REFLEXOLOGIA
A Seguir estou adicionando o texto escrito por
IOR – Instututo Professor Osni Tadeu de Reflexologia e Pesquisa
REFLEXOLOGIA HOJE
É muito comum hoje em dia ouvirmos falar em Reflexologia. Vez por outra aparece em programas de televisão e assim por diante. O que vemos muito freqüentemente, porém, são apenas massagens relaxantes nos pés e não Reflexologia. Tais massagens têm seus efeitos relaxantes e os benefícios advindos destes, porém ficam muito longe da Reflexologia cuja aplicação envolve a técnica de pressionar os pontos nos pés até alcançarmos o limite suportável da dor do paciente. Ou seja, a Reflexologia, como aplicada desde os dias dos faraós, sempre foi acompanhada de dores (suportáveis). Mas por que a dor? Como devem ser dados os estímulos, durante quanto tempo se pode estimular e quais são as indicações e contra-indicações para o uso da reflexologia, como a Reflexologia funciona? Antes de obter essas respostas, porém, há outras que precisam ser respondidas. Do que depende a saúde? Qual é o mecanismo das doenças?
PRINCÍPIOS EM QUE SE BASEIA A SAÚDE
A célula é considerada a menor parte de um ser vivo. Dentro dela ocorrem os milagres da reprodução e da manutenção da vida. Recebendo comando direto do seu núcleo ela processa suas diversas funções, obedecendo a seu código genético (DNA). Na sua membrana plasmática fosfolipídica encontramos várias “portas de acesso” (proteínas transportadoras) que permitem a entrada de nutrientes e hormônios, assim como a saída de resíduos celulares, além do controle de água e sais minerais. Uma vez nutrida e em perfeito funcionamento podemos dizer que temos uma célula saudável. Assim sendo, um grupo de células saudáveis formará um tecido saudável. Um conjunto de tecidos saudáveis formará um órgão saudável e um conjunto de órgãos saudáveis formará um sistema saudável. Finalmente, um conjunto de sistemas saudáveis formará um indivíduo saudável. Contudo, para que esses nutrientes celulares cheguem em condições ideais para a absorção celular alguns fatores devem estar presentes.
FATORES A SEREM CONSIDERADOS
1. Está havendo uma boa alimentação e conseqüentemente uma boa digestão?
2. Está havendo uma boa respiração, não só em termos de funcionamento pulmonar, mas também de agentes inspirados e expirados diariamente? São estes os dois fatores responsáveis pela matéria prima do ATP (alimentação e respiração).
3. Está havendo uma boa distribuição destes nutrientes e da troca de gases? Isto é feito através de um bom funcionamento do sistema circulatório.
4. Está havendo uma boa comunicação do estado geral da célula com o centro de controle do corpo? Isto é feito através de transmissão neuronal ou nervosa que teve início junto à célula, através do sistema nervoso.
5. Está havendo um bom sistema de limpeza da célula? Esta envolve a retirada dos resíduos depositados nos interstícios celulares, papel este desempenhado pelo sistema linfático.
6. Está o individuo aproveitando bem seu tempo, com equilíbrio para ficar livre do stress? O stress (pressões) exagerado danifica o sistema nervoso, ocasionando várias falhas de comunicação celular, que levarão a uma queda no sistema imunológico (defesa do corpo) e ao aparecimento das doenças.
Considerando que um conjunto de células forma um tecido; células doentes formarão um tecido doente. Tecidos doentes formarão um órgão doente. Um conjunto de órgãos doentes formará um aparelho ou sistema doente, e assim teremos um indivíduo doente.
MECANISMOS DAS DOENÇAS
Como vimos a nossa saúde depende do pleno funcionamento celular. Para que isso aconteça, precisamos de mais do que as organelas presentes nas células e suas proteínas transportadoras e seus canais iônicos; precisamos de um amplo sistema de auto-reparo fisiológico. O nome dado a esse complexo sistema de manutenção é Homeostase. Ela é controlada diretamente pelo Sistema Nervoso Central Autônomo.
Quando sofremos uma lesão, um machucado que chega a esfolar e sangrar, percebemos que, com o passar do tempo o sangramento pára (coagulação), cria-se uma casca (cicatrização ) e pode haver vermelhidão e dor (calor processo inflamatório – defesa do organismo). Por fim a casca cai e saramos (regeneração dos tecidos). Interessante notar que neste processo não enviamos nenhum comando voluntário para que ocorram os processos de coagulação, cicatrização, inflamação e regeneração dos tecidos lesados por substituição celular. Sim, eles aconteceram sem nossa intervenção direta. Então, como isso tudo aconteceu? Por uma intervenção indireta do nosso corpo, dirigido pelo nosso Sistema Nervoso Autônomo.
Como vimos, os tecidos são compostos de células específicas: ósseas, musculares, hepáticas e assim por diante. No entanto, em praticamente todos os tecidos há um tipo de célula em comum: são as células nervosas (neurônios). Estas células comunicam-se através de neurotransmissores através de espaços intersticiais (entre as células) chamados de sinapses. A função dessas células é manter o corpo inteiro em funcionamento através de seus impulsos nervosos, bem como informar ao cérebro tudo o que acontece dentro e fora do organismo. Assim, quando há invasão de bactérias, impulsos nervosos ativam todo o nosso sistema de defesa (sistema imunológico). Da mesma forma, quando estamos com falta de energia são acionados os comandos da fome, sede, sono, e assim por diante. Sendo assim a pergunta é: Se ele cuida de tudo, por que ficamos doentes? A resposta é simples. É porque o Sistema Nervoso fica “abalado”. Este “abalo” é causado por pressões, como estresse físico, mental, emocional, ou por outras agressões externas. É como se o nosso cérebro estivesse fatigado e dissesse “Órgãos, se virem sozinhos”. Visto que o nosso corpo inteiro (organismo) está interligado, começam a falhar os sistemas de nutrição, defesa e metabolismo, provados de adequada coordenação do “diretor”, o Sistema Nervoso, e nosso corpo começa a entrar em colapso. Substâncias começam a deixar de ser produzidas, afetando o pleno funcionamento das células e estas começam e debilitar os tecidos, os órgãos, e depois, todo o organismo. Quando isso ocorre, dizemos que as doenças começam a aparecer. São relativamente poucas as doenças que atacam o Sistema Nervoso diretamente; geralmente afetam os órgãos, vísceras e glândulas, sendo tratadas na maioria das vezes de forma isolada.
REFLEXOLOGIA PODAL
Embora a Reflexologia use várias extremidades do corpo como pés, mãos, orelhas, etc. nos concentraremos apenas na Reflexologia podal (dos pés).
Há varias teorias, algumas até milenares, que sustentam a presença de cristais em pontos dos pés que obstruem o fluxo de energia, gerando as patologias. Respeitamos as pessoas que assim pensam, porém não compartilhamos essa idéia. Quando surgiram essas teorias, não se conhecia a anatomia, e muito menos a fisiologia do corpo humano. Ademais, esses “cristais” nunca foram encontrados em testes laboratoriais. Então o que são aquelas estruturas palpáveis que encontramos em pontos reflexos? Durante muitos anos o professor Osni Tadeu Lourenço, a princípio junto com o professor Erik Motta Pereira, começou a idealizar uma teoria sobre condução nervosa e bloqueio do ATP (adenosina trifosfato), que é a nossa energia fabricada principalmente na organela celular chamada mitocôndria através da síntese da glicose. No entanto, esta teoria ainda estava presa às explicações tradicionais milenares. A seguir o professor Osni continuou sozinho suas pesquisas e desenvolveu a teoria que é hoje ensinada e defendida entre acadêmicos e em sala de aula. A Reflexologia método IOR.
TEORIA DA REFLEXOLOGIA MÉTODO IOR
(idealizada, estruturada e finalizada pelo professor Osni no IOR)
Como vimos anteriormente, o SN comunica-se através de células neurológicas.
Essa comunicação se dá através de impulsos nervosos e ou elétricos. Atualmente a ciência explica que estes impulsos nervosos, elétricos, informam ao cérebro, por meio de canais nervosos (aferentes), a patologia ou o mau funcionamento da estrutura do organismo. Em contra partida o cérebro responde à informação recebida através de impulsos nervosos, elétricos, por meio de canais nervosos (eferentes) os sintomas, como dor, má digestão e assim por diante. Estudando a anatomia dos pés encontramos milhares de terminações nervosas, que além de enviarem informações como tato, pressão, temperatura e dor, podem trazer consigo informações do funcionamento de todo o corpo. E está é a chave da nossa teoria. Como já considerado, quando há uma patologia, sinais são enviados ao cérebro, na forma de descargas elétricas. Sendo assim concluímos que, quanto maior o grau da patologia, maior será esta descarga elétrica e, conseqüentemente, maior será a resposta do cérebro. Porém, uma segunda resposta é enviada via medula espinal até os pés. Ao chegar essa “forte” descarga elétrica em plexos nervosos, já mapeados nos pés segundo seu órgão correspondente, provocará o rompimento de microvasos (capilares sanguíneos), e atrairá este sangue para juntos dos terminais nervosos, formando verdadeiras bolhas minúsculas de sangue que são palpáveis, o que levou durante muitos anos à impressão de serem cristais. Quanto maior for a descarga elétrica, maior vai ser a bolha envolvendo mais terminações nervosas e quanto maior a bolha, maior será a dor no ponto. Estudando o grau dessas dores nos pontos reflexos podais, podemos, num primeiro momento, avaliar o funcionamento dos órgãos e as possíveis causas patogênicas (que originaram a doença). E num segundo momento, através de estímulos específicos e controlados, que podem ser realizados com as mãos ou uso de equipamento próprio para Reflexologia, tratar a patologia.
By IOR – Instututo Professor Osni Tadeu de Reflexologia e Pesquisa
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