O caminho da auto-cura é longo… é uma transformação interna que pode levar meses ou anos. Um processo de auto-conhecimento e perseverança, muita força de vontade – vontade de viver! Só assim conseguimos mudar…
Eu digo para os meus clientes: - Eu posso te ajudar a relaxar as tensões do seu corpo; por exemplo, soltar a tensão da sua garganta que está prendendo o “Hióide” (osso que se localiza sobre a tireóide) e que quando preso devido a traumas passados, aos “sapos” que engolimos pela vida, pode provocar um hiper ou hipotireoidismo. Eu solto o osso com a terapia CranioSacral, mas se a pessoa continua vivendo um estresse em casa, não consegue aceitar e perde o controle, fica nervosa ou engole novos sapos, esse ossinho poderá se prender novamente! O trabalho não foi por completo perdido pois ao se tensionar novamente você poderá perceber o que está fazendo ele tensionar para poder mudar suas atitutes, e quando for tratado novamente o corpo terá uma memória de como é estar relaxado e vai fazer isso mais facilmente. Isso também vai acontecer na auto-aplicação, se você não mudar suas atitutes e modo de ser no dia a dia, vai estar constantemente agredindo o próprio corpo e as tensões sempre voltarão.
A cura só acontece ao entendermos melhor o nosso corpo e como acumulamos tensões nele. Quando identificamos nossas fraquezas podemos tomar atitutes para que haja uma mudança em nossa maneira de reagir frente aos momentos de conflito. Leia mais sobre isso no Entendendo a dor, o corpo e o emocional.
O que eu vou ensinar a vocês não é a Terapia CranioSacral ou a Manipulação Visceral ou qualquer outra técnica específica. Eu vou apenas ensinar como se conectar com o seu próprio corpo, sentir o que ele está precisando e dar ferramentas para que, tanto você que chega nas mãos de um terapeuta quanto aqueles que não podem chegar por estar longe ou por não poder pagar, possam fazer com que o seu corpo volte a fluir melhor através do toque e do movimento. Li muitos livros e fiz muitos curso e vou tentar de maneira simples transmitir aquilo que eu achei mais eficaz para que todos possam entender.
- O primeiro passo é perceber como está a sua respiração, faça os exercícios dados:
Como respirar quando o ar não quer entrar no peito?
- O segundo passo é perceber que os pontos de dor podem ser percebidos através do toque sutil da ponta dos seus dedos. Com o tempo, ao aumentar a sua sensibilidade você vai conseguir perceber pelo toque da mão como um todo.
Quero trabalhar esse toque com vocês; ele deve ser tão sutil e leve que a dor não deve se agravar. Sinta se há diferença de temperatura entre a pele da região dolorida e a pele onde não sente dor. Tente sentir somente a pele sem passar da primeira camada, como se você mal tocasse nela de tão leve, e gradualmente vai aprofundando sem provocar dor. Pare e retire a pressão também gradualmente, tente perceber que a pele exerce uma força de volta em direção ao seu dedo. Sinta essa resistência e sinta que quando o dedo se distancia é como se o corpo fosse atrás do dedo como se fosse um imã. Agora veja a diferença do tônus (maciez ou rigidez) entre as regiões doloridas e as não doloridas. Depois você me conta, pois não quero sugerir nada! Quanto mais leve você toca, mais as coisas acontecem! O calor do seu dedo é que vai ajudar no tratamento.
Todos nós temos eletricidade correndo pelo corpo. Não sei se você já tentou esfregar um sapato com sola de couro no carpete, mas se você fizer isso e depois tocar em alguém vai levar um choque. Quando está mais frio e seco acontece de levarmos choque ao tocar em alguns lugares de metal como na porta do carro, isso é muito comum em lugares de inverno mais rigoroso. Essa eletricidade corre pelo nosso sistema nervoso, através dos nervos; e é ela que vai ajudar no tratamento para que haja o relaxamento muscular. Algumas pessoas mais sensíveis poderão sentir o dedo pulsando ou pinicando ao tocar na região dolorida. Se o nervo estiver muito inflamado poderá dar um choque mais forte como se fosse uma agulhada. Não se assuste se isso acontecer, pois isso quer dizer que você está no lugar certo. Quando um nervo está muito inflamado e recebe o toque leve para o tratamento ele pode começar a pulsar em toda a sua extensão, às vezes você poderá ter uma sensação aumentada da dor, mas isso quer dizer que ela está sendo liberada. Se possivel não tire a mão do local até a dor passar, procure uma posição mais confortável, podendo mexer o corpo livremente. Muitas vezes o corpo pede por uma posição diferente, deixe ele se expressar! Você poderá sentir alteração de temperatura e tônus, ou até mesmo a pele mexendo. Eu costumava imaginar as pontas dos meus dedos como britadeiras, o choquinho emitido pela ponta era como um raio lazer que atirava de encontro ao local rígido ou nódulo até quebrar toda a rigidez.
Eu li um livro muito bom que me ajudou a entender tudo isso: Terapia CranioSacral, o seu médico interno e você, autor: John Upledger.
Por enquanto, treine esses dois passos. Fico aguardando suas dúvidas e comentários!
Tati.
Olá Tati,
Não tenho como começar este comentário sem primeiramente te
agradecer mais uma vez pela sua generosidade em compartilhar
seus conhecimentos adquiridos, muitos deles pela sua própria
experiência, e também é claro, pelos seus estudos, trabalho e técnica.
Entao, muito obrigada! Seus post falando sobre a Terapia Cranio Sacral
e sobre a auto cura estão muito esclarecedores. Já havia lido algumas
coisas sobre essa terapia e sobre o dr. Upledger, mas sobre a técnica em si,
ou seja, a maneira de fazer o toque, a pressão adequada e as reações do corpo,
sobre isso ainda não havia lido.
A partir de hoje iniciarei os toques nos pontos doloridos de forma bem leve
como você explicou, procurando sentir a diferença de temperatura da pele e tônuz
dos musculos durante e após o toque. Voltarei aqui no seu blog daqui alguns
dias para relatar a você e aos seus leitores sobre os primeiros resultados da
minha experiêcia pessoal com a Terapia.
É evidente que a terapia feita por um profissional que detém todo o conhecimento, técnica e experiência sempre traz resultados mais rápidos e eficazes. Por isso, acredito que quem tem esse acesso e condições de ir até um profissional como você Tati, é bem
mais aconselhável. No meu caso, já estou extremamente grata e feliz por aprender
esses princípios da técnica e acredito que vai me ajudar muito.
Apenas fiquei com uma dúvida: como eu posso medir através do toque o ritmo do
fluido cerebroespinhal e avaliar se está normal ou não?
Que Deus esteja sempre com você!
Um grande abraço
Vanessa Provazi
Oi Vanessa querida, mil desculpas pela demora na resposta (muita coisa acontecendo no momento). Tenho pensado sempre em vc e toda vez que necessito de uma auto-aplicação, já vou imaginando como vou transformar o que sinto em uma técnica escrita (talvez necessite de alguns vídeos pois o visual torna tudo muito mais fácil). Mas vamos chegar lá!
Primeiramente quero responder a sua pergunta:
“- como eu posso medir através do toque o ritmo do fluido cerebroespinhal e avaliar se está normal ou não? ”
Para começar, o rítmo do fluído cerebroespinhal ou o RCS (Ritmo CranioSacral) num ambiente ideal onde o corpo flui é mais fácil de ser percebido e entendido pois as articulações, ossos e fáscias estão deslizando naturalmente. Porém na maioria das vezes que vamos tratar alguém, a pessoa já tem as fáscias encurtadas e cheias de pontos tensos (cistos energéticos) devido a traumas físicos e emocionais… nesses casos o corpo não flui e o RCS fica irregular e ao tocarmos na pessoa com a intensão de tratar o ritmo pára, pois o corpo entra em um estado de alerta para que o tratamento aconteça. Há uma pequena pausa no ritmo como um todo e o tecido (fascia se conecta e engaja esperando uma liberação). Esse é um dos motivos pelo qual terapeutas novos têm muita dificuldade em sentir o RCS quando começam a trabalhar com a técnica.
O que eu vou dizer para vc querida, é que na verdade vc não deve no primeiro momento se preocupar com isso… pense que o corpo tem um “balanço” natural… e gosta de ir e vir… independente da direção correta ele quer balançar… Os traumas e dores enrijecem as fáscias e para nos protegermos nós vamos compensando e tentendo alinhar o corpo, enrijecendo ainda mais; por isso, coloque uma música, feche os olhos e tente sentir para onde o seu corpo quer ir como se estivesse flutuando na água e ondas do mar a fizesse balançar.
Aguarde que estarei falando mais sobre isso num futuro próximo e me conte a sua experiência com o toque leve das mãos!
Um abraço carinhoso,
Tati.
Eu faço tratamento de ipotireodi , gostei muito !obrigada pela sua dedicação Tati
De nada querida! um abraço, Tati.
Olá Tati, tudo bem?
Imagina só se você precisa me pedir desculpas…de jeito nenhum! Compreendo perfeitamente e ainda te agradeço muitíssimo por responder ao meu comentário e a minha dúvida!
Também nos últimos dias aconteceram muitas coisas na minha vida e vou dividir um pouco com você e seus leitores. Na verdade, eu teria muitas coisas para falar e dividir com você e os leitores do blog, porque a gente, nos momentos mais difíceis da vida, acaba adquirindo muitas experiências e uma boa bagagem de conhecimento que somados e depois dividos podem ajudar a muitas pessoas, assim como o seu blog me ajudou, mas vou procurar ser suscinta ( difícil…rsrsr).
Quando temos um problema de saúde parece elementar que a cura está contida na causa do problema. Óbvio, descobre-se a causa e elimina-se então o problema. Mas, a grande questão de tudo é descobrir “A Causa”. No meu caso, sem descobrir a origem do problema da dor crônica de cabeça, pescoço e trapézio, todas as outras terapias estavam funcionando como paleativos ou breves alívios. Eu tive que passar por um processo de descoberta e transformação interior muito grande ( e é aí que a história pode ficar comprida…rsrs) para conseguir descobrir a causa da dor. Depois de quase 3 anos de dor crônica eu descobri, e vou dividir isso porque gostaria, se você me permitir Tati, de deixar como um alerta para as pessoas que visitarem o seu blog.
Não vou entrar nas questões psiquicas e emocionais, que é onde na verdade tudo se origina, por isso toda cura é sempre uma Auto Cura, ou seja, é sempre de dentro para fora e não o contrário como a maioria das pessoas pensam, porque senão eu teria muito o que dizer sobre o assunto e o comentário ficaria muito comprido, por isso, vou me ater somente a causa física.
Eu era uma pessoa normal, como tudo mundo, que de vez em quando tinha uma dor de cabeça, tipo tensional, e de vez em quando uma enxaqueca mais forte. Postura errada, pescoço projetado para frente, peito fechado com respiração curta, dormia de bruços, travesseiro inadequando e stress me faziam ter essa dorzinha de cabeça tensional. Então eu fazia o que todo mundo faz naturalmente, tomava um comprimido e a dor passava. Eu achava que ter dor de cabeça era algo normal, não me preocupava em resolver causas para não ter a dor de cabeça. Era tão fácil, era só tomar um comprimido e tudo se resolvia.
Mas conforme fui tomando analgésicos com mais frequencia, meu organismo reagiu diminuindo a produção de endorfinas, que é o analgésico natural do organismo, e cada vez eu fui passando a ter mais dor e o meu organismo cada vez mais dependente foi ficando do analgésico para aliviar a dor. Gerou-se um ciclo vicioso. Meu organismo passou a ser quimicamente dependente dos analgésicos, que, com o passar do tempo, já quase não faziam efeito, me fazendo tomar cada vez mais analgésicos para poder ficar sem dor, e como consequencia, criando mais dependência. A própria dor de cabeça cronica e diaria foi afetando os meus músculos do pescoço e trapézio, tensionando tudo, causando pontos dolorosos e muito mais dor.
Já li sobre dezenas de casos como o meu. Casos de pessoas que ficaram até 30 anos neste ciclo horrível de dor e dependencia até descobrirem que era o próprio analgésico que causava a dor.
E aí você me pergunta, e agora? Tem jeito para isso? Graças a Deus, descobri que sim!
A recomendação inicial dos médicos neurologistas é que se corte o uso do analgésico. Só que isso deve ser feito estritamente com acompanhamento médico, porque, como qualquer droga, sua interrupção causa reações de abstinência. No caso do analgésico, vem a chamada dor de rebote, uma dor muito forte, além de insonia, tremores entre outras coisas. Esses sintomas duram de 6 a 10 dias mais ou menos. Então, o organismo, gradativamente, volta a produzir endorfina e em 6 meses, sua produção já está normalizada completamente.
Para que serve o acompanhamento médico? Existem remédios para evitar ou aliviar esses efeitos de abstinencia. São remédios preventivos de de dores de cabeça que somente o neurologista pode passar.
Agora sim Tati, posso te dizer, que neste exato momento, em que estou eliminando a causa da dor, a Terapia Cranio Sacral vai ser de fundamental ajuda na minha recuperação, porque agora ela vai ter um efeito real de cura, e não só de paleativo como inicialmente estava acontecendo. Vai ser maravilhoso se você algum dia puder postar videos sobre a T. Cranio Sacral.
E digo mais: movimentar o corpo neste momento é fundamental para o fortalecimento e alongamento dos músculos enfraquecidos pela dor e a má postura e também para a produção de endorfinas. O que seria melhor do que pilates numa hora dessas? Por isso, quem puder fazer, faça! E sempre com acompanhamento profissional!
Me desculpe Tati, acho que escrevi demais, mas esse é meu testemunho, e quero salientar que este é o meu caso. Cada caso é um caso e o melhor diagnóstico e o do médico.
O seu blog Tati foi e está sendo muito importante em todo este processo de auto conhecimento e auto cura. Somente com palavras, jamais teria como te agradecer, por isso, peço a Deus que Ele te recompense com as infinitas bençãos Dele.
Você foi a única pessoa, nestes quase 3 anos de dor, sofrimento e buscas, que me esclareceu, ajudou e dividiu seu conhecimento sem pedir nada em troca. Sabe como isso se chama para mim Tati? Caridade! Amor no seu efeito mais puro! Obrigada! Essas lindas sementes que você planta hoje vão florescer em lindo frutos amanhã. Sua vida tem um grande valor, nunca duvide disso! O mundo precisa de mais pessoas como você! Você é um exemplo para mim.
Que Deus esteja sempre com você!
Um grande beijo,
Vanessa Provazi
Ps: Estou com saudades dos seus posts…rsrsrs…
Oi querida, aqui estou eu denovo… estou ótima, obrigada por perguntar! Foi um mês meio maluco, eu fiz outro curso de formação, o Body Flying e estava ajudando na organização do mesmo… ai soma a tudo isso a loucura de criar um filho pré adolescente e trabalho e assim vai… SEMPRE RESPIRANDO e um dia de cada vez!
Eu sempre me emociono com suas mensagens e elas tocam profundamente o meu coração… posso dizer que este é o meu melhor pagamento: saber que vc está a cada dia superando a dor… e encontrando a AUTO-CURA! Isso é maravilhoso!
O que vc disse:”por isso toda cura é sempre uma Auto Cura, ou seja, é sempre de dentro para fora e não o contrário como a maioria das pessoas pensam…” é perfeito. O auto-conhecimento e a auto-aceitação é indispensável para que a cura aconteça!
Os vídeos vão sair… só peço mais paciência. Já tenho muitas idéias mas falta tempo e material para acontecerem…
Muito obrigada por compartilhar aqui a sua experiência, tenho certeza que vai ajudar muita gente tbém! Talvez devessemos abrir um post sobre isso no Fórum de Discussão…
Um beijão todo especial para vc amiga.
Fica com Deus!
Tati.
Olá Tati, tudo bem?
Olha eu aqui de volta, sempre acompanhando o seu blog maravilhoso!
Bom, voltei para falar um pouco mais da minha experiência com a Terapia Crânio Sacral.
Iniciei, como você ensinou, toques leves com a ponta ponta dos dedos em alguns pontos dolorosos do meu pescoço e tenho sentido um efeito muito relaxante. As vezes peço até para mim mãe fazer em mim…rsrs…
Numa das primeiras vezes que eu estava fazendo, algo curioso aconteceu: eu estava tocando um ponto doloroso que fica bem na ATM, só que por dentro da boca, e depois de alguns segundos tocando levemente, quando eu passei a fazer uma leve pressão, incrivelmente eu senti como que um “choquinho” percorrer o meu pescoço e ir até a escápula! Como pode isso? rsrsr…mas foi bem interessante…e agradável também.
Enfim, só tenho a dizer que é maravilhoso! Eu tenho aqui comigo que seria melhor ainda se fosse um profissional fazendo a terapia, porque este teria mais conhecimento; os benefícios e resultados esperados talvez fossem mais rápidos e eficazes. Não tenho dúvidas dentro de mim que tanto o Pilates quanto a Terapia Cranio Sacral são excelentes instrumentos construtores e mantenedores de Saúde. Que Deus abençoe todos os profissionais da saúde, da fisioterapia, pilates, da T. cranio sacral, enfim, todos aqueles que trabalham para promover a saúde e o bem estar do próximo, incluindo você Tati.
Muita Luz pra você Tati!
Um grande Beijo,
Vanessa C. Provazi
Nossa… eu não tinha visto este comentário… estava aqui tentando responder as milhares de perguntas que recebe e nunca dou conta de terminar e achei o seu! Quero dizer que é isso mesmo… é mágico e vc sente o corpo reagindo ao toque! Gostaria que todos pudesse experenciar essa sensação de liberação!
Um forte abraço querida… saudades…
Tati.
Olá Tati,
Estou super feliz com a sua volta no blog! Que sumiço menina…rsrsrs…mas se é pra fazer cursos e aprender mais coisas legais está desculpada! rsrsrs…
Estava vendo aqui no seu blog mesmo sobre Body Flying e achei super legal. Outro dia, por acaso, vi num site uma entrevista com um rapaz que era professor de Yoga e começou a trabalhar com Body Flying e ele disse disse que essa modalidade tem muito fundamento no Yoga. Achei bem interessante, porque se o Joseph Pilates conseguiu, a partir dos fundamentos do Yoga, desenvolver algo tão maravilhoso como o método Pilates, o Body Flying sem dúvida vai fazer o mesmo. E eu acho bem legal também essa diversificação…essa renovação.
Com relação aos videos, fique tranquila, não tenha pressa, quando der, tiver um tempinho, vc elabora um bem legal e coloca pra gente. Nada de ansiedade que não é bom…rsrs…vamos RESPIRAR…tá vendo como eu aprendi…rsrs
Tati,você falou em Fórum de Discussão, eu adoraria participar, mas aonde é? aqui no blog mesmo? menina, se for aqui no blog acredita que eu nunca vi?!
Um Beijo enorme pra você!
Parabéns por estar sempre antenada e se renovando! tá certa mesmo!
Estou torcendo sempre por você amiga querida e sempre de olho no seu blog!
Fica com Deus!
Vanessa C. Provazi
Oi amiga, pois é… eu sei… tbém me pego precisando respirar… hehehe
O Body Flying é maravilhoso, o balançar nos faz lembrar o tempo de bebê e de infância… esse método vai crescer muito aqui no Brasil, tenho certeza!
O Fórum de discussão fica dentro do LEIA SOBRE: é um novo item lá… procura denovo!
Eu sempre penso em ti qdo tenho idéias para escrever, mas estou sempre em atendimento… e aí tem milhares de comentários para responder qdo venho aqui… não é fácil! E agora a novidade, vou começar a atender em Brasília! Vou viajar 2x no mês para lá… vai ser puxado mas… quero continuar escrevendo e aprendendo… e ensinando… e principalmente AJUDANDO!
Um abraço bem grande pra vc!
Muito amor e luz!
Fica com Deus vc tbém!
Tati.
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oi boa tarde,sinto muitas dores nos pés e qndo fui atras do problema descobri q era fascite me tratei com um medico reumatologista quase um ano e na tive melhoras troquei de medico e comecei a fazer tratameno com eleemfim ele me passou que meu problema era sindrome dolorosa miofascial da tibial posterior da perna d/e,bursite calcaneo d/e,enfim faço otratamento com ele intradermoterapia e acumpultura e senti uma boa melhora fis um exame tomografia e nao apareceu mais inflamacao nos pes,mais sinto muitas dores ainda se eu ficar em pe estatico sofro muito,estou fazendo pilates tbm sinto q tenho dores na perna e esses pontos gatilhos tbm so q nao consigo indentificalos gostaria de um conselho de vc sobre isso tudo!o q pode se fazer para ajudar a aliviar um poco esas dores?
obrigado
fabio garcia
Fabio, vc pode procurar um profissional que faça a terapia CranioSacral ou ler os meus textos sobre auto-cura e tentar ir aliviando vc mesmo… Um abraço, Tati.
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