A MANIPULAÇÃO VISCERAL

  A Manipulação Visceral caiu na minha vida por acaso, num curso de Terapia CranioSacral. Foi Paul Delaney (1956-2009) que falou com entusiasmo sobre a técnica e hoje após 2 anos trabalhando com ela me pego cada dia mais admirada pelo potencial de cura que ela tem!

– Muito obrigada Paul pelas portas que vc abriu em minha vida!

Vou tentar traduzir em palavras mais simples do que consiste essa terapia, e logo em seguida está anexado parte do texto escrito pelo grande terapeuta Dr. Marcial Zanelly, onde ele descreve mais tecnicamente o assunto.

Hoje eu vejo o corpo como um todo… tudo está interligado, as pernas, braços, e cabeça se relacionam diretamente com o tronco, pelo sistema músculo-esquelético assim como pelo seu conteúdo, tecidos e órgãos. O emocional também vai interagir diretamente sobre ele; um exemplo fácil de compreender como, é quando passamos por um momento difícil, de raiva, perda ou medo, isso vai interenferir na respiração, e pode enrijecer o tronco, afetando desta maneira no volume de oxigênio que entra na caixa torácica; o coração por sua vez tem que bater mais rápido para suprir a quantidade de oxigênio necessária para o cérebro funcionar aumentando a pressão arterial, isso tudo vai encurtar a musculatura peitoral fazendo com que a sua coluna arredonde para frente, com isso, ao levantar a cabeça para conversar com as pessoas vc encurta e tensiona os músculos do pescoço, ao trabalhar nessa posição muito tempo mexendo as mãos vc poderá ter uma tendinite.  Nesse exemplo simples vc percebe como o emocional pode trazer desconfortos e modificar toda a funcionalidade dos órgãos e parte músculo-esquelética; mas imagine o que acontece ao sofrer uma queda onde vc tem um impacto direto sobre o quadril e sobre a coluna, o que acontece com os órgãos internos que também possuem uma estrutura de sustentação? E se para agravar, vc fratura um osso, e por ficar muito tempo em recuperação, depois perde o emprego por não voltar a andar livremente ficando incapacitado de exercer a sua função profissional? O emocional vai refletir de maneira negativa, o medo de passar fome e se endividar, a ansiedade aumenta, e o corpo pode chegar a travar! Após alguns anos, mesmo quando não foi desenvolvido um quadro de dor crônica pois houve uma adaptação, essa pessoa vai levar com ela as tensões dos traumas vividos desde o nascimento, o nosso corpo guarda toda essa energia em nódulos de tensão (couraças) e ao passar alguns anos, o que antes era mais móvel e flexível passa a ser rígido. Vamos tendo dificuldades para amarrar os sapatos pois nosso corpo não dobra mais… estamos tão encurtados e com tanta rigidez corporal, que uma simples queda pode fraturar o menisco, ou levar a uma hérnia discal. Algumas crianças sofrem no parto e no crescimento que já chegam na adolescencia muito encurtados, dependendo dos traumas físicos e emocionais, a pressão do vestibular pode ser o estopim para um colapso nervoso.

A Manipulação Visceral busca encontrar esses pontos tensos e presos nas vísceras, para que a mobilidade do corpo possa ser restabelecida. É um toque leve com uma pressão sutil onde as aderências vão sendo liberadas. Já é compravado que é possível tirar hérnias de hiato (que causam o refluxo estomacal), assim como hérnias inguinais, pedras no rim, etc. Tudo isso sem cirurgia! Uma restrição no intestino ou no rim, pode repuxar o nervo ciático levando a inflamação dos mesmos. Um fígado rígido endurece a caixa torácica, o corpo vai proteger o órgão provando o aumento da cifose e em alguns casos pode causar uma escoliose. Nessa posição de compensação, com o tronco projetado a frente, ao levantar os braços, o tronco limita seus movimentos, podendo levar a dores e inflamações de ombro, as quais são facilmente tratadas ao liberar o fígado.

Essas aderências e restrições na maioria das vezes não são diagnosticadas pelos equipamentos da medicina tradicional. Na verdade a funcionalidade do órgão pode estar preservada e somente a mobilidade alterada. A única maneira de serem tratadas é o diagnóstico pela apalpação e testes de avaliação específicos. É importante ressaltar que, mesmo em quadros onde existe um comprometimento do órgão funcionalmente, como infecções e inflamações, o tratamento paralelo a medicina tradional pode ajudar no processo de cura, pois muitas vezes o órgão está deficitário exatamente pelo prolongado tempo de restrição estrutural. Eu sempre digo aos meus pacientes, cirurgia somente em último caso… se o problema pode ser resolvido com a manipulação, porque agredir o corpo com uma cirurgia que pode trazer outras restrições do tecido devido aos pontos feitos no corte.

O texto abaixo vai falar também sobre os movimentos naturais de cada órgão… temos um corpo móvel que fala e sente… quando ele pára é porque algo está errado. Vou estar montando vídeos e falando mais sobre os movimentos naturais do corpo e de como perceber suas restrições para poder liberar-se delas junto com a manipulação. O cliente que percebe o corpo, tem um resultado fantástico e muito acelerado. Ele faz milagres numa sessão de uma hora! Se vc não parou para pensar ainda, o ESPREGUIÇAR é importantíssimo… liberamos sim nosso corpo de muitas tensões e ele é altamente curativo! Por isso ESPREGUICE e RESPIRE SEMPRE PROFUNDAMENTE!

 O nosso corpo deveria ser móvel e flexível como um boneco de pano… quem não se exercita ou pratica atividades físicas muito intensas, aliados ao estresse do dia a dia, vai ter um corpo rígido como o de um homem de lata… o tronco não se flexiona mais. Atividades simples como o de olhar para baixo gera estresse nos níveis das vértebras cervicais (pescoço) e alguns da lombar, que ainda possuem mobilidade, ao invés de dividir essa tensão pela coluna como um todo. Com o tempo, o mal uso da coluna vai provocar uma inflamação local e podendo posteriormente gerar hérnias discais. Se você receber uma manipulação visceral, em uma ou 2 sessões, vai aumentar consideravelmente a sua mobilidade corporal, diminuindo dessa maneira as compensações e a dor vai embora.

Mas lembre-se: um corpo móvel só é saudável quando está forte, por isso uma atividade como a Yoga e o Pilates são excelentes para que o corpo se movimente corretamente e eficientemente, diminuindo as chances de uma lesão.

 A MANIPULAÇÃO VISCERAL por Marcial Zanelli de Souza*

 *Doutor em Ciências da Motricidade Humana, docente da Universidade Metodista de Piracicaba e do IDOT.

 Um dos princípios preconizados por Andrew Taylor Still, o criador da Osteopatia, que melhor representa sua base filosófica talvez seja a lei da “Unidade do Corpo”. Segundo esse princípio, o corpo humano compõe-se de elementos e sistemas interligados e interdependentes, tanto do ponto de vista físico quanto do ponto de vista mental e emocional. Sendo assim, qualquer alteração na composição ou funcionamento de uma parte ou sistema corporal poderá, potencialmente, ser transmitida e gerar influências em outros sistemas orgânicos próximos ou até mesmo à distância do foco primário do desequilíbrio. Para todos os conhecedores da filosofia osteopática, esse entendimento foi sintetizado no conceito das cadeias lesionais e constitui-se, frequêntemente, na linha de raciocínio terapêutico estabelecida por seus seguidores. Se olharmos para a continuidade estrutural do sistema nervoso, do sistema circulatório e sobretudo do sistema conjuntivo fascial, não fica difícil acreditar que tais influências são realmente possíveis, principalmente para aqueles que praticam esses conceitos em suas práticas terapêuticas diárias e se encantam com os resultados alcançados a partir desse raciocínio clínico.

Um fato ligado a este conceito despertou no Dr. Jean-Pierre Barral, um osteopata francês, a importância do sistema visceral nas repercussões sintomáticas manifestadas localmente ou distantes. Durante o período de tratamento de um de seus pacientes que sofria de dores nas costas e que não vinha evoluindo bem, apesar de suas manipulações, uma melhora considerável em seus sintomas álgicos fora alcançado após um curandeiro dos Alpes ter empurrado algo no abdome deste paciente. Tal história deixara o Dr. Barral bastante intrigado. Trabalhando em um Hospital especializado no tratamento de doenças pulmonares junto ao Dr. Arnauld, uma autoridade neste tipo de doenças e mestre em dissecações, o Dr. Barral pode acompanhar dissecações de antigos pacientes seus e correlacionar seu histórico clínico com os achados internos. Notou que as vísceras de determinados pacientes apresentavam espessamentos conjuntivos que geravam tensões mecânicas nelas próprias e em regiões distantes as quais mantinham relações anátomo funcionais. A partir destas constatações, o Dr. Barral iniciou estudos clínicos e dissecativos cada vez mais intensos, surpreendendo-se com a rede intrincada do sistema conjuntivo víscero fascial, circulatório e neural, suas particularidades e potencialidades na geração de desequilíbrios e sintomas locais e distantes. Tais estudos resultaram na criação de um modelo ou método de avaliação e manipulação visceral que vem sendo desenvolvido por ele e por seu instituto a mais de 30 anos, sendo considerado hoje pela comunidade osteopática mundial como o pai da manipulação visceral.

 

No aspecto avaliativo, o Dr. Barral destacou a importância da liberdade dos movimentos fisiológicos viscerais na saúde global do indivíduo, descrevendo a Mobilidade e a Motilidade das vísceras.

A Mobilidade visceral se refere aosmovimentos passivos de acomodação que as vísceras sofrem principalmente em resposta aos movimentos respiratórios, exigências dinâmicas corporais e modificações posturais. Estes movimentos estão na dependência da liberdade que o sistema viscerofascial proporciona. Este sistema interpõe as vísceras, formando camadas membranosas com líquido seroso que possibilita o deslizar intervisceral, o que o Dr. Barral chamou de “articulações viscerais”. As meninges, a pleura visceral, o peritôneo visceral e o pericárdio são exemplos destas membranas onde a mobilidade visceral pode ocorrer. A direção e amplitude destes movimentos estão na dependência também de seus sistemas de sustentação e contato, composto pelo sistema de membranas duplas, sistema ligamentar, turgor e pressão intracavitária, sistema mesentérico e sistema omental. Tais sistemas são responsáveis por manter as vísceras “fixadas” umas às outras e/ou ao sistema músculo-esquelético, enquanto garante sua liberdade para acomodação posicional. O sistema de camada dupla cria efeito de sucção entre as vísceras, sendo interposto por líquido seroso. O sistema ligamentar, formado por pregas pleurais ou peritoneais, faz ligação direta de uma víscera à outra ou à parede da cavidade. O turgor mantém as vísceras ocas minimamente distendidas, graças à pressão gasosa e tensão vascular internas, criando um estado de equilíbrio entre as pressões intra e extra cavitárias. O sistema mesentérico, formado por pregas peritoneais ricamente habitado por vasos e nervos, desempenha pouca função de contenção visceral, estando mais relacionado com funções nutritivas, visto que envolve apenas os órgãos do sistema digestivo. O sistema omental, também formado por pregas do peritôneo, articulam dois elementos do trato digestivo e tem funções neurovasculares. A contínua variação de pressão intra torácica e intra-abdominal gerada pelo diafragma obriga as vísceras destas cavidades a mover-se nos três planos espaciais, sagital, frontal e transverso. Tais movimentos são importantes para a dinâmica visceral global e sobretudo para o equilíbrio das tensões mecânicas internas. Deve-se destacar que a pressão intra-abdominal é maior que a pressão intra torácica, justificando o vetor ascendente que se verifica nas hérnias hiatais. As tensões mecânicas internas equilibradas são requisitos fundamentais para a boa saúde e longevidade do indivíduo.

 

A Motilidade refere-se aos movimentos ativos e intrínsecos das vísceras. Cabe ressaltar que tais movimentos não se relacionam diretamente à peristalse que ocorre nas vísceras ocas, mas de movimentos inerentes de todas as vísceras. É fato que não se reconhece explicação científica para o fenômeno da motilidade, mas a teoria da embriogênese sustenta que durante o desenvolvimento fetal, as células seguem padrões de alinhamento e organização harmônica ditadas por memórias inscritas, pelo menos em parte, em suas moléculas primordiais (DNA, RNA), que carregam a informação genética. Por esta teoria, os eixos e direções da motilidade visceral são caracterizados pela oscilação entre a acentuação do movimento embriológico e o retorno à posição original da víscera em questão, sendo considerada como um indicador da saúde e vitalidade do órgão e de seus sistemas correlacionados. Estes ciclos alternantes da motilidade visceral foram denominados pelo Dr. Barral como Expir e Inspir respectivamente, não devendo ser confundidos com a mobilidade visceral que ocorre durante os ciclos respiratórios. Tal diferença pode ser visualizada pelos movimentos contrários que ocorrem no fígado durante a respiração: Na fase inalatória, o fígado roda Ântero-inferiormente enquanto que em Inspir, seu movimento é exatamente o contrário. Deve ficar claro que cada víscera apresenta sua motilidade própria e o terapeuta deve conhece-la para poder atuar sobre esses parâmetros. Tais movimentos podem ser sentidos pelo terapeuta através do toque de mãos treinadas para o senso do toque, visando à apreciação da qualidade e amplitude destes movimentos para então poder intervir terapeuticamente diante de alterações na ritmicidade deles.

 

Interessantemente, parece haver alguma similaridade dos movimentos da motilidade visceral (7 a 8 ciclos por minuto) com os movimentos de flexão e extensão crânio sacros (8 a 12 ciclos por minuto) descritos por John E. Upledger D.O., o pai da Terapia CranioSacra®. No entanto, o relacionamento exato destes rítmos inerentes aindapermanece não plenamente compreendido.

 

A mobilidade normal é requisito para a capacidade adaptativa visceral às demandas dinâmicas e autonômicas, enquanto que a motilidade normal, como citado acima, confere o status de boa saúde e vitalidade ao órgão. O equilíbrio dos movimentos fisiológicos das vísceras pode ser perdido em situações que excede a capacidade adaptativa do organismo, resultando em comprometimento de sua fisiologia normal e desequilíbrio das tensões mecânicas internas.

 

 

 

A PATOLOGIA DOS MOVIMENTOS

 

Cada órgão ou víscera movimenta-se em direções e eixos específicos. Alterações nestes movimentos podem resultar da variação dos eixos e amplitudes, podendo envolver a motilidade inerente do órgão ou sua mobilidade determinada pelas articulações viscerais. Tais alterações podem gerar:

  • uma patologia local com sintomas locais;
  • uma patologia inicial com sintomas referidos;
  • uma sequela local de uma patologia antiga na qual o indivíduo está bem adaptado;
  • uma patologia em outra víscera que apresenta relações “articulares”;
  • uma patologia em uma estrutura distante que apresenta relações fasciais, neurais ou vasculares.

 

Pode-se notar que, através da continuidade das relações anátomo-funcionais, forças tensionais anormais oriundas do universo visceral podem ser transmitidas, ocasionando repercussões mecânicas, neurais e vasculares, estabelecendo as chamadas cadeias lesionais. O peritôneo é um elo comum entre as vísceras e estruturas relacionadas, atuando como uma verdadeira membrana de tensão recíproca.

 

A situação mais comum de disfunção dos movimentos fisiológicos viscerais é conhecida genericamente por RESTRIÇÕES VISCERAIS. Neste contexto, as restrições podem ser classificadas em restrições funcionais, nas quais apenas a função do órgão está envolvida, estando preservada a relação posicional e restrições posicionais onde a função pode estar preservada apesar de uma variação posicional importante. Mais especificamente, as restrições viscerais podem ser classificadas em:

 

 

 

1- Restrições Articulares: as restrições do sistemas articular visceral referem-se à perda da mobilidade e/ou motilidade de um órgão, devido a ineficiência das propriedades deslizantes deste órgão em relação às estruturas ou órgãos vizinhos. Quando a restrição articular caracteriza-se pela redução da motilidade com preservação da mobilidade, recebe o nome de Adesão Visceral, enquanto que, se a restrição atingir conjuntamente a motilidade e a mobilidade, recebe o nome de Fixação Visceral. Situações clínicas como infecções com formações de abscessos e cicatrizações (pleurites, peritonites, etc) podem causar fixações importantes. O processo natural de cicatrização pós intervenção cirúrgica também pode resultar na deposição de tecido granular inelástico, originando um novo eixo de movimento da víscera gerando desequilíbrio das tensões mecânicas internas, podendo comprometer sua capacidade dinâmica adaptativa. Quando o peritôneo é atingido, sua serosidade e viscosidade são afetadas, comprometendo suas propriedades deslizantes. Vale lembrar ainda que uma cicatriz cria um estado constante de irritação, podendo ativar mecanorreceptores e produzir espasmos reflexos locais e globais.

 

 

 

2 – Laxidão Ligamentar: a situação clínica mais comum secundária à laxidão ligamentar visceral é a Ptose visceral. Este termo refere-se à perda da elasticidade do sistema de sustentação visceral, normalmente secundária à adesões, pois os ligamentos, mesentério e omentos, não são contráteis (com exceção do sistema de suporte urogenital). Alguns fatores constitucionais e emocionais foram relacionados com a ocorrência das ptoses  viscerais, sendo mais comum seu aparecimento em pessoas idosas devido à proteólise senil que compromete seu sistema de sustentação, nos indivíduos obesos e em pessoas com perfis depressivos, pois nestes casos, uma perda global do tônus tissular é verificada, comprometendo também o sistema de sustentação visceral. As ptoses viscerais podem ser encontradas ainda em multíparas, mas parece que o tipo de parto é o fator mais importante na geração das ptoses, como nos partos realizados através de fórceps ou sucção pneumática, que são realizados no momento em que os tecidos estão relaxados sobre forte influência hormonal. Interessantemente, é possível que uma víscera mantenha uma boa condição funcional apesar de uma modificação em sua posição anatômica original, desde que sua motilidade esteja normal ou próxima a isso.

3 – Restrições Musculares (Visceroespasmos): tais restrições afetam principalmente órgãos ocos, pois são dotados de fibras musculares longitudinais e transversais que contraem alternadamente para garantir o trânsito intraluminal. Quando algum segmento muscular de uma víscera oca entra em espasmo, por diversas e diferentes causas, instala-se um visceroespasmo, gerando estase do conteúdo em trânsito. Quando essa situação perdura por um período de tempo maior, a mucosa vísceral pode sofrer ataques ácidos ou alcalinos comprometendo a saúde do órgão. Em situações de visceroespasmo, a motilidade é afetada inicialmente enquanto que a mobilidade somente é influenciada se a estrutura do órgão (suas inserções) for atingida.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

  • Barral J.P.; Mercier P. Visceral Manipulation. Eastland Press, 2005.
  • Barral J.P. Visceral Manipulation II . Eastland Press, 2007.

 (texto na íntegra clique aqui)

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